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21 de jul. de 2014

O que é Gran Turismo para mim? (por Gabriel Vieira)



Gran Turismo.

Automobilismo.



Este é o jogo que eu jogo. Mais que um jogo. Inexplicável. Uma paixão clássica, surgiu desde pequeno. Não só para mim, mas também para muitos jogadores e até pilotos, que tiveram oportunidade de denotar o amor por carros neste contexto, com o Gran Turismo. Quem é que nunca passou horas e horas tentando conquistar Ouro em todas as Licenses? Quem nunca teve o desejo de repetir campeonatos ou endurances só pra ter o carro mais overpower do game? Quem nunca penou para passar daquela licença do Viper by Team Oreca em Laguna Seca no Gran Turismo 2, considerada por muitos a licença mais difícil dos GT's? E quanto aquela frustração de chegar muito perto de vencer a DM34, ou se é que teve a extrema felicidade de superá-la, no GT4? Quem é nunca passou momentos descobrindo os mais diversos racing modifications no GT2? Ou os easter egg's mais bizarros? Também ter o desejo imenso de comprar o Suzuki Escudo Pikes Peak, o mais simbólico veículo da franquia?

Enfim, tudo isso e mais um pouco, é Gran Turismo. Muita coisa mudou de lá pra cá. No começo, nem ligávamos pra acerto de carros. Apenas coletávamos os carros mais potentes, ganhávamos campeonatos e capitalizávamos pois a dificuldade não importava, e sim ficar feliz. Era aí a graça toda: ter divertimento puro ! O 2 Player Mode, na época, não foi muito desfrutado pois garanto (!) que tu era o único que corria bem ali entre os amigos e familiares. É legal ter aquela sensação resplandecente, que ofusca o tédio e má auto-estima. O prazer de dirigir um Unisia Jecs Skyline, ver aquele turbo sneeze sendo reproduzido era a coisa mais deliciosa ! Ou senão o FTO Touring Car preto, Mazdaspeed RX-7 A-spec (o carro que de longe, mais tenho saudades), STP Taisan Viper, IMSA FedeX 300ZX-GTS GT, Kure GT-R, das pinturas ADVAN nos RM's do Civic, do ronco estridente do Impreza 22-B Rally Car, sem falar da variedade imensa dos carros de rali, como Golf GTi Rally Car, Cultus Pikes Peak, Daihatsu Storia Rally Car, entre muitos outros.. É algo realmente nostálgico ! Para mim, os que mais deixam saudades são o Momo Corse MR-2, Kraft BP Apex Trueno GT, Daishin Silvia, Mazdaspeed RX-7 A-spec, os Vectors, e a ampla gama de carros diferenciados que não fazem mais parte do GT. 





O Mazdaspeed RX-7 A-Spec foi um dos carros esquecidos por Kazunori Yamauchi



Daishin Silvia, campeão da temporada de 2001 da JGTC na GT300, marcou presença ilustre no Gran Turismo 2 destacando-se pela performance e a pintura chamativa



Wiegert Vector W8 Twin Turbo, supercar americano da Vector, marcou única presença da Vector Aeromotive Corporation no Gran Turismo 2 com o Vector M12


Se eu citar todos os carros que sinto falta aqui, o foco do texto irá se desviar totalmente do proposto. (risos)

Estamos na sexta geração do GT. Uma era totalmente renovada. Mais de 1.000 veículos na lista. Acesso simplificado além de bastante diversificado, desde a poderosa câmera de photo shooting até o serviço de corridas online, que é muito contestado pelos corredores não só de nosso grupo como também no mundo inteiro pela sua instabilidade. Entretanto, não é deixado de ser organizado as várias salas de corrida, girando em torno de muitas centenas delas em horários ladinos. Além das corridas somente de diversão, muitos campeonatos são realizados em fóruns de GT do mundo inteiro. E é neste ponto que eu quero chegar no texto.

Sou membro de uma equipe desde o seu dia de nascimento: 01/01/2013. Aliás, venho de bem antes. Eu era bem mais ativo, quando ainda era a REGT (Real Elite Gran Turismo) e GT4 & 5 Brasil, na época do Orkut. Ao longo de 2013, eu não estive muito presente com o grupo. Participei de um campeonato ou outro, porém larguei no meio do caminho. Eu mal sabia que eu estava presenciando uma ascenção. Uma ascenção que logo iria tomar proporções enormemente importantes. A GRAN TURISMO STAGE estava nascendo, e seria o palco de grandes espetáculos. A descoberta de novos talentos e também da evolução de muitos pilotos que integram esta família eu pude presenciar. É impressionante como isso cresceu. Além de compormos um elenco rico em pilotos habilidosos, a competição entre todos ali não afeta em nada a relação de cada um. Seja um mais rápido que o outro, é irrelevante alguma desavença acontecer. Aliás, não é somente uma equipe, e sim uma família. Uma família onde a fraternidade é emblemática, se olhado mais a fundo. Onde todos aprendem, até mesmo quem está sempre no topo. Recordes quebrados todos os dias. Uma miscelânea de conteúdos imensa. Discussões saudáveis e o bom humor que impera de forma próspera. Já houve trocas de farpas e desentendimentos, mas nada que tenha resultado em punições severas. Pois se uma mesma pessoa estiver sendo o mártir de toda briga que ocorre, esta deve ser deixada de lado para não desequilibrar um ambiente de foco amistoso. Antes disso há uma chance, porém a segunda escapada de curva, irá dar de cara com o muro. 

Recentemente, o campeonato SUPER GTS na GT500 e GT300 finalizou de forma muito agradável. Eu, Gabriel Vieira, piloto da O.S Motorsport na GT500 (#27 Scallop Steelseries HSV-010), fui detentor da 3º colocação geral. Marquei presença no pódio em todas as corridas. Como companheiro de equipe, tive Gian Carvalho a bordo de seu #85 Oak GoPro Gathers Mégane. Mesmo não fazendo uma campanha que desejava, estou extremamente feliz por ele ter se esforçado a garantir resultados positivos. Para um primeiro campeonato, foi um aprendizado e tanto. A importância de trabalho em equipe e estratégias é mesmo muito grande. Questão de análise da pista, as voltas, acerto de carro, consumo, condições climáticas e paradas técnicas dentro do ideal são coisas seriamente a serem pensadas de forma muito cautelosa. Resumindo: o nível para o próximo campeonato será praticamente dobrado, pois todos os pilotos terão certa noção do que irão executar ao longo da competição.

Sobre o campeonato em si, eu senti uma certa falta de competitividade. O monopólio dos HSV's se manteve até a corrida de Spa-Francorchamps, quando num erro estratégico, Junior perdeu a liderança e consequentemente o pódio. Otto Wilson conseguiu uma vitória milimétrica com o seu #99 TOTALSPORT NISMO GT-R, veículo até pouquíssimo visado, diante do campeão Nick Nagano, com seu #3 NAG-R HSV-010 deveras chamativo, carinhosamente apelidado pela massa de "boate rosa" devido as piscadelas de seu farol em conjunto da cor nada convencional. 

Antes das inscrições, o foco era realmente pegar o HSV primeiro. Um carro ágil e de aceleração soberba, faz curvas como uma brisa cortante. Chato demais de se perseguir. Em retas não era grande coisa. Apesar das altas rotações, não era páreo para o GT-R nesse quesito. Mas no geral era um carro simplesmente perfeito nas mãos de quem entendia. Aliás, qualquer carro vira máquina nas mãos de quem tem etanol, metanol, gasolina ou diesel correndo nas veias. Uma surpresa até então agradável era o Supra, totalmente esquecido pelo povo, exceto por Denner. Pela conexão instável, não conseguiu completar sequer uma prova. Seu RD Supra Bebê (por causa da cor azul bebê), carinhosamente assim chamado, do pouco que presenciou causou frisson. Tempos exorbitantes ! Se aquele veículo estivesse no campeonato, eu teria meus postos nos pódios tomados facilmente. Presenciei trocas de posições calorosas com os líderes absolutos, Nick e Junior, além de ter lutado posições em Suzuka e em Apricot, com Otto. Todos excelentes pilotos, assim como quem brigava atrás a exemplo de Thiago, Jiffy e Anderson. Os meus maiores feitos, sem dúvida alguma foram a Pole Position em Fuji e a segunda colocação em Le Mans, onde consegui de forma suada sob chuva torrencial. Antes e depois disso, obtive somente terceiros lugares, que me deixaram mais que satisfeito. Sentia que, não estava realmente preparado para vencer devido inúmeros erros que cometia, mas todo esforço foi compensado no final. Nick Nagano e Junior Tavares tiveram uma briga eletrizante pela liderança do campeonato. Ambos revezavam vitórias: um ganhava, e na etapa seguinte era o outro. Coisa de louco ! Pilotos de níveis extraordinários, que podem evoluir muito mais. Como eu disse, presenciei side-by-side cada troca de posição destas feras, e para o espectador é um teste para cardíaco.

A GT300, sem ter muito a minha atenção, pude ver pela volta que dava em retardatários que a competição estava equilibrada. A presença de Lucas Furlan naquela categoria era no mínimo curiosa. Não só por mim, mas por quase todos que iriam correr. Considerado por o melhor piloto da família, não optou por correr na GT500 e surpreendeu a escolha pela GT300. Geovanne Ferreira foi seu principal arquirrival. Ambos detinham em mãos o Lexus IS350, pego por Lucas após duas rodadas que anteriormente pilotava um GT-R GT3. O indaiatubano teve a infelicidade de não participar de uma e não completar algumas provas, mas nada que tirasse o mérito do bragantino Geovanne, vencedor de quase todas as etapas e consequentemente campeão da categoria. O foco atrás era frenético, onde balanceava batalhas entre Maciel Claudino, Carlos Marrasca, Gian Carvalho, Júlio Molchan e Rafael Pereira. O jovem garoto (e também o mais novo) Pedro Petry passou despercebido em questões de performance, mas seu carisma e interesse em se dedicar ao campeonato foi inegável e contagiante, tendo o meu respeito e admiração (ou senão de outros pilotos) em querer superar suas dificuldades dentro da pista. Em minha visão, dava um pouco de pena ter que passar entre os retardatários que batalhavam por posições e desgrenhar aquilo. Tais pilotos são símbolos muito talentosos em muitas questões, sem dúvida irão aprimorar mais ainda suas habilidades nas pistas e tornar as corridas muito mais emocionantes do que já eram.



Nick Nagano (#3 NAG-R HSV-010), campeão da temporada 2014 da SUPER GTS na GT500




Geovanne Ferreira (#89 LEXUS TOTALSPORT IS350),  campeão da temporada 2014 da SUPER GTS na GT300



A experiência que obtive na SUPER GTS foi simplesmente fantástica. Não só pra mim, mas garanto que em todos os pilotos o sentimento foi o mesmo. Dá pra notar como é ter a emoção de pilotar e dar todo o seu potencial. Um misto de ansiedade, nervosismo, estratégia e puro cálculo. Se sentimos isso virtualmente, imagine isso na vida real? 

Levantando essa questão de experiência e emoção, os games estão tendo uma importância muito grande no cenário competitivo, tanto que são considerados "esportes" em alguns países. A exemplo de League of Legends, DotA, Battlefield e Fifa, Gran Turismo tem uma chance muito grande de se tornar um e-sport de peso. Se trata de automobilismo, e automobilismo é esporte. A GT Academy é um exemplo notório, tendo realizado a vida de Lucas Ordóñez, até então na época um simples jogador de GT5 e hoje é um dos pilotos do automobilismo japonês na Super GT. Por que não expandir os horizontes de Gran Turismo para as arenas de games em campeonatos? Ter a emoção de trabalhar em equipe, contando com seu melhor piloto diante de milhares de pessoas? Quem sabe aquele que se destaca nas pistas virtuais, logo não ganha uma oportunidade de correr nas mais diversas pistas e categorias de automobilismo do mundo, além do caminho da GT Academy? É um pensamento muito grande, mas que pode se realizar em breve com esta meteórica valorização do e-sport no mundo todo.


Lucas Ordóñez, campeão da primeira edição da GT Academy, é um exemplo de que o e-sport traz muitas oportunidades se detém muitas habilidades.


Finalizando este texto, agradeço à todos a oportunidade de conhecer cada um. É magnífico para mim desfrutar a paixão por carros com os mesmos entusiastas pelo Gran Turismo. Essa turma que está presente e uma nova que futuramente irá chegar tem de tudo para se tornar a maior nação de GT do Brasil. Ou, por que não do mundo? Sonhar é bom, e inesperadamente pode se tornar realidade. Tudo o que você passa na GRAN TURISMO STAGE é imensurável de tão bom. Onde você encontra os melhores pilotos e melhores amigos. Não faltam eventos ou campeonatos. Todos os dias um conteúdo novo, vindo de parceiros ilustres como o já querido Robson B, até então o único reviewer e gameplayer do Youtube de Gran Turismo no Brasil que trata as mais diversas notícias com muita apuração e bom humor, ou senão dos próprios da base. Caso não o conheça, visite seu site através do Blog RobsonB ou senão direto aos seus vídeos no Youtube "GameOverRobsonB".

Agradeço à você que leu este texto. Muito obrigado pela colaboração e sua atenção !






“Somos a geração Gran Turismo. Nós bebemos gasolina no café-da-manhã, almoço e jantar. Viemos para sermos os mais rápidos ! ”


Agradecimentos  especiais aos amigos/membros/pilotos Nick Nagano, Geovanne Ferreira, Lucas Furlan, Fernando Laet, Clayton Nemezio, Gian Carvalho, Júlio Molchan, Maciel Claudino, Pedro Petry, Otto WIlson, Anderson da Silva, Júnior Tavares, Thiago Prado, Jiffy Betha, Rafael Pereira, Evandro Ferreira, Carlos Marrasca, Roberto Denner e Robson B Oliveira. 

Aos demais, você que leu e está lendo este trecho, muito obrigado por fazer parte da GTS ! Se ainda não se integrou, por favor, não perca tempo ! Junte-se à nós !



GRAN TURISMO STAGE - Faster Than You !

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13 de jul. de 2014

SUPER GTS – Nissan GT-R quebra monopólio da Honda em corrida histórica em Spa pela GT500


Foi realizado no dia 12/07, às 21h30 do horário de Brasília, a penúltima corrida válida para o 2014 SUPER GTS, Round6, em Spa. Conhecido sob o nome oficial de "SPA GT 150km". Os vencedores de cada classe foram respectivamente Otto Wilson, na GT500 (#99 TOTALSPORT NISMO GT-R) e Lucas Furlan, na GT300 (#5 FURLAN POWER IS350).

A GT500 viveu uma das corridas mais turbulentas de sua história na SUPER GTS. A largada começou precisa, de uma forma que Gabriel Vieira (#27 Scallop SteelSeries HSV-010) não conseguiu ver um de seus rivais, Otto Wilson (#99 TOTALSPORT NISMO GT-R), ocasionando uma batida logo no grid. Gilberto Junior (#9 NoBreaks Z) largou à frente de Jiffy Betha (#28 JiffySpeed NISSAN Z), o que não era previsto acontecer. Apesar disso, a largada ocorreu normalmente entre os pilotos.

Logo na primeira volta houve diversas trocas de posições – Gabriel conseguiu manter o primeiro lugar até ser superado por Junior Tavares (#82 LOVERZITO POWER HSV-010) nas curvas. Entre eles, estavam Otto e Nick Nagano (#3 NAG-R HSV-010). Uma combinação difícil pelo 4-battle for 1st. Otto se saiu melhor logo depois e levou junto o #27 Scallop HSV-010, mas como Otto não via Gabriel na pista, teve que apelar pelo "totó", presenciado por Nick Nagano enquanto esteve na terceira colocação.

Na volta 5, Gabriel deu adeus à disputa pelo primeiro lugar e despencou para a quarta posição, acabando com a belíssima briga pelo primeiro lugar, deixando este cargo para um GT-R contra dois HSV-010. As voltas completamente equilibradas foram cruciais para os três rivais estarem juntos na disputa pelo topo, mesmo que isso causasse toques involuntários, como se fosse uma falta não marcada (essa Copa que não sai da cabeça...).


Um dos momentos mais quentes na metade da prova, foi a divisão de posição entre Nagano vs. Otto vs. Junior, que acabou resultando num "sanduíche de GT-R com pão da Honda". Otto, neste momento, estava preparando seu carro para os boxes, mas que foi bloqueado (involuntariamente) por Nagano no momento da ultrapassagem. A dupla de HSV parou logo na volta seguinte, com o #82 LOVERZITO POWER HSV-010 se saindo melhor. Entretanto, Otto conseguiu recuperar o primeiro lugar de seu #99 TOTALSPORT NISMO GT-R com uma boa vantagem.

Não deu outra, os HSV-010 conseguiram se aproximar do único GT-R apto a disputar pela vitória na corrida, logo no anoitecer de Spa-Francorchamps. JR com o #82 conseguiu uma boa margem e ficou com a primeira posição, enquanto Otto, despencando, teve que aturar Nick Nagano, do #3 NAG-R, líder do campeonato, na esperança de "ajudar" JR na aproximação da disputa pelo título (que no momento ia à 10 pontos, contra 6 de Nick), mas que acabou em desastre total para o HSV militar – na última volta, na Courbe Paul Frere, Junior teve o seu pior momento no campeonato, quando o tanque de seu HSV-010 acabou esvaziando, entregando o primeiro lugar para Nick Nagano e Otto Wilson, que vinham como predadores em busca da... preza: a vitória disputada na última curva.


De forma incomum, Nick Nagano se saiu na frente com seu #3 NAG-R HSV-010, mas ao invés de defender a posição por dentro da chicane, preferiu espalhar e assim Otto conseguiu o side by side ali. Os dois carros perderam aderência na arrancada e quem se deu mal nesta foi Nick Nagano, que perdeu o primeiro lugar por apenas 457 milésimos. A distância do primeiro para o segundo lugar mais curta de um campeonato na GTS!

Classe GT500
Primeiro lugar
#99 TOTALSPORT NISMO GT-R / Otto Wilson
"Corrida incrível!!! Depois da frustração de Le Mans eu finalmente consegui minha primeira vitoria em uma corrida oficial, tomei a ponta logo na primeira curva e fui segurando enquanto deu. Teve bastante troca de posição e um erro meu fez com que o Junior conseguisse se distanciar bem, então fiquei tentando segurar a segunda posição até o final, mas foi difícil... Eu e o Nagano trocamos posição varias vezes, até que no final eu consegui distancia, mas o Junior ficou sem combustível (sorte) e acabou me atrapalhando (azar), aí, Zé (Nagano) chegou... Ficou lado a lado, tudo se decidiu na chicane. Foi muito boa a corrida, agradeço muito galera!"

Segundo lugar
#3 NAG-R HSV-010 / Nick Nagano
"Adrenalina do início ao fim. Nunca vi uma disputa por primeira posição tão acirrada assim antes. Me preparei o suficiente pra essa corrida e estou até que satisfeito com o resultado final. O Junior sumiu na segunda parte da prova, quando trocamos os pneus ao mesmo tempo. Estou desacreditado até agora pelo que acotneceu na última volta... Nunca que eu esperava que aquilo acontecesse. Uma pena o que aconteceu com ele (JR), mas sinceramente, o "cara" dessa corrida é o Otto, que conseguiu pressionar todo mundo da 1st e com o incidente do JR, acabou liderando... Bem, eu estava na cola dele e disputamos side by side até a chicane. Descontrolmaos o carro, mas quem se saiu melhor foi ele. Essa pra mim é A corrida da GT500. Parabéns ao Otto não só pela vitória, como também pela performance na corrida. Estava na hora de um carro diferente ganhar aqui."

Terceiro lugar
#27 Scallop SteelSeries HSV-010 / Gabriel Vieira
"Apenas frustrado. Essa é definição para o que eu tenho dizer. Após o término da corrida, eu me pus seriamente aos prantos depois de toda disputa que tive nas primeiras voltas. Porém, dou os parabéns para o Otto e Lucas, não foge o mérito que tiveram. Ambos excelentes corredores! Espero não ter adversidades na etapa seguinte..."

CLASSIFICAÇÃO DOS PILOTOS
CLASSIFICAÇÃO DAS EQUIPES

5 de jul. de 2014

SUPER GTS – FURLAN PERFORMANCE RACING resume Qualifying de Apricot com dobradinha


Foi realizado nesta sexta-feira, às 21h20, a primeira sessão de qualifying do SUPER GTS em Apricot Hill, sob o horário de 12h00 (no jogo), onde os autores das Pole Positions foram Junior Tavares (#82 LOVERZITO POWER HSV-010/GT500) e Lucas Furlan (#5 FURLAN POWER IS350/GT300).

A sessão começou com o #14 Cooper 14 GT-R de Thiago Prado entrando primeiro, mas não foi capaz de fazer um bom tempo de primeira e logo foi superado pelo monopólio dos Honda HSV-010: Junior Tavares (#82 LOVERZITO POWER), Nick Nagano (#3 NAG-R) e Gabriel Vieira (#27 Scallop SteelSeries). Os quatro pilotos foram os únicos participantes da GT500 no Q1.

Uma vez que Thiago Prado conseguiu fazer pelo menos 1'14.123, já era tarde demais e a cada volta o trio dos HSV baixava cada vez mais. No entanto, Nick Nagano conseguiu pendurar a volta mais rápida por mais tempo, mas, faltando duas voltas para acabar a sessão, mas logo foi superado por JR. Gabriel não foi além de 1'13.349, encerrando a primeira sessão de treinos.

Na segunda sessão a noite, sem muitas surpresas – os Honda HSV continuaram o monopólio e nada mudou. Apesar de Gabriel Vieira ter pendurado 1'12.990 por mais de 20 minutos e superando seu tempo feito na sessão de dia, já garantia uma terceira colocação e foi superado depois por JR com 1'12.794.

Nick Nagano também conseguiu superar o rival patrocinado pela empresa de equipamentos gamer SteelSeries. O japodeis marcou 1'12.967 no Q2 e continua firme na segunda posição. Thiago Prado não conseguiu voltar para a sessão e acabou ficando com o tempo obtido no Q1.

Otto Wilson reaparece depois do desastre que teve de aturar em Suzuka. O #99 TOTALSPORT NISMO GT-R foi classificado na quarta posição com o tempo de 1'13.778, bem abaixo do trio da Honda. Anderson da Silva também se classificou e vai largar na sexta posição da turma que fez tempo classificatório.


Depois de ceder seu lugar para Evandro Ferreira no Round4, Lucas Furlan está de volta e quer também se aproximar o quanto antes de Geovanne Ferreira na disputa pelo título na GT300. Visto que o mito não pontuou em Suzuka, que o deixou numa diferença gritante de 12 pontos para Geo. O #5 FURLAN POWER IS350 foi classificado no Q1 em primeiro com o tempo de 1'17.672 e 1'17.352 no Q2 – as únicas médias abaixo de 1min18segs obtidas no qualifying.

Abaixo dele, ficou registrado a grande surpresa desta classe: Maciel Claudino classificou-se em segundo ainda no Q1 com 1'18.527, desbancando gigantes como o próprio Geo, que não foi além de 1'19.227 na primeira sessão (e seu melhor tempo com o #89 LEXUS TOTALSPOSRT IS350 líder do ranking) e Júlio Molchan (#13 AGURI NAG-R GARAIYA), com altos 1'18.929 obtidos no Q2.

Gian Carvalho e seu Mégane #85 também fizeram tempo alto no Q1, mas na sessão a noite abaixou pra 1'19.498, ainda ficando na quinta posição. Rafael Pereira, que teve uma performance desfavorável com seu #32 GoPro GARAIYA em Suzuka, também foi mau e não larga acima da sexta posição (com a melhor volta de 1'20.293). No entanto, este último aposta na economia de pneus, similar à outro piloto da GT500. Pedro A. Petry também não foi feliz e não correspondeu as expectativas com seu #77 NoBreaks M3 GT2 e fechou as sessões em último e com os piores tempos possíveis.

Jiffy Betha (#28 JiffySpeed NISSAN Z), Gilberto Junior (#9 NoBreaks Z) e Carlos Marrasca (#7 DINOCO RX-7) não compareceram ao qualifying, mas somente Marrasca não vai correr. Para seu lugar está sendo contatado Rafael Junio, que se comparecer, larga na última posição da GT300.