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23 de set. de 2013

FIA GT - Segunda temporada (2013)

Em 2013, foi realizada a segunda temporada do FIA GT Championship (também conhecida como FIA GT - Second season ou FIA GT 2nd Edition). O FIA GT é um campeonato multi-marcas, cujo é claramente baseado na categoria real, a FIA GT (hoje, FIA GT Series), sendo a primeira temporada da série hosteada pela GTStage (por isso útil o artigo da primeira temporada), através do jogo Gran Turismo 5. É o último temporada do campeonato a ser alimentada pelo Gran Turismo 5, pois, a partir de 2014, as atividades online se concentrarão apenas no Gran Turismo 6.

Com um formato completamente diferente da primeira temporada, dois carros disseram adeus ao campeonato, por exemplo, o Ford GT não foi mantido e a BMW  que na temporada anterior participara como convidada  não teve sua M3 homologada para a temporada seguinte. O regulamento sofreu drásticas alterações que determinaram o desempenho dos carros durante toda a temporada. O resultado, foi a admissão de carros com 550cv e 1400kg de peso mínimo, em prol do equilíbrio que a primeira temporada não viu.

Todos os outros carros da temporada anterior continuaram no certame. Entretanto, houveram algumas mudanças em relação ao passado e uma delas foi a admissão de uma equipe própria dos pilotos – ao invés de disputarem o campeonato por marcas , isso influenciou na mudança de alguns pilotos da temporada para outra, por exemplo: Lucas Furlan, que na primeira edição pilotou pela Ferrari, nesta faz participação com a Mercedes-Benz SLS AMG da AMG Black Seagull Team, e Geovanne Ferreira (que era parceiro de equipe do Lucas) se transferiu para a Vodafone McLaren-Mercedes Racing, que alinhava as MP4-12C.


Além disso, o calendário também sofreu uma drástica modificação: o que antes era duas etapas seguidas em um dia, tornou-se apenas uma corrida na semana, mas com o dobro de duração. Foram seis corridas, durando um mês e cinco dias.


Calendário


Equipes e pilotos



Vencedores



Ranking

Sistema de pontuação

Pilotos

*Ricardo Carvalho foi excluído do campeonato após ter ignorado as duas primeiras etapas.
*Léo Silva foi piloto convidado para Laguna Seca, mas após a exclusão de Ricardo Carvalho, tornou-se piloto fixo do campeonato pela RF Motorsports.

Equipes

22 de set. de 2013

FIA GT - Primeira temporada (2012)

Em 2012, foi realizada a primeira temporada do FIA GT Championship (também conhecida como FIA GT - First season ou FIA GT 1st). O FIA GT é um campeonato multi-marcas, cujo é claramente baseado na categoria real, a FIA GT (hoje, FIA GT Series), sendo o primeiro e último campeonato da série sendo hosteado na GT4&5 BR, através do jogo Gran Turismo 5.

Com um sistema de regulamentação novo, o campeonato foi restringido à 550PP para todos os carros participantes.

Nesta temporada, foram inscritos carros das marcas Ferrari, Lamborghini, Aston Martin, Audi, Chevrolet, Nissan, McLaren, Mercedes-Benz e mais tarde, Aston Martin e BMW. Os carros foram pré-selecionados e todas as montadoras (com exceção das duas últimas convidadas e a Ferrari) tiveram pelo menos um carro em todas as etapas. Os campeões desta temporada foram Lucas Furlan e Geovanne Ferreira, pela Ferrari.

Apesar das montadoras serem dividias em duplas para cada uma, não houve campeonato por equipes próprias. Entretanto, foi aclamado o sistema de construtores.

Calendário



Resultados da temporada

Clique aqui para ver o resultado completo das corridas.


*Matheus Pit, vencedor de Le Mans (Rd.3), não era piloto fixo e, com isso, não teve nenhuma pontuação garantida no campeonato. A pontuação nessa etapa ocorreu normalmente, desconsiderando o vencedor convidado.


Ranking

Sistema de pontuação

Pilotos


*Tavares Junior foi expulso e desqualificado do campeonato após a dupla rodada imprudente em Le Mans e Monza, quando o mesmo tentou se defender das atitudes, não deu outra. A desqualificação do piloto no campeonato não influenciou na pontuação dos construtores.

Construtores

14 de set. de 2013

FIA GT Championship

Artigo das Temporadas: 

O FIA GT Championship é um dos campeonatos fixos do grupo, cujo abriga carros grand tourer e super esportivos. É baseado no campeonato de mesmo nome de verdade. Promovido por Fernando Laet, a primeira temporada foi realizada no primeiro semestre de 2012 e durou por cinco semanas desde então (com duas etapas cada). A segunda temporada, denominada "2nd Edition", foi realizada com host aqui da GTStage, entre os dias 2 de março e 6 de abril de 2013. O grande equilíbrio entre os competidores até o fim do campeonato é uma das características mais notáveis nas duas temporadas que foram realizadas, o que faz dele um dos campeonatos mais competitivos do grupo.

A série está confirmada para estrear em 2014 pelo GT6 e provavelmente terá o calendário em harmonia com a segunda temporada do Gr.AGTRC.


Primeira temporada - Domínio dos carros italianos

Nos primórdios de sua formação, o FIA GT marcou por ser um dos campeonatos online mais longos da comunidade GT4&5 BR. A primeira temporada foi restringida à 550PP para carros da Ferrari, Lamborghini, Nissan, Aston Martin, McLaren, Mercedes-Benz, Audi, Ford e Chevrolet. Os principais pilotos do campeonato, foram: Lucas Furlan, Geovanne Ferreira, Nick Nagano, Leonardo Oliveira, Diego Costa, Iago Garcia e o próprio Fernando Laet, bem como outros pilotos, cujo tiveram minoria na participação. Houveram alguns convidados, a mais notável participação é a de Alex Rempel, de BMW. Uma das fabricantes que foram cortadas da lista oficial de carros disputantes do campeonato.

Etapa de Spa, Lamborghini Gallardo
/ Nick Nagano à frente.
À altura, o campeonato foi dividido em duas tabelas de pontuações, uma tabela para os pilotos e, a outra, para marcas (construtores). A primeira etapa foi realizada no circuito de Nürburgring Nordschleife, na qual estreou com vitória de Lucas Furlan, pela Ferrari. Nas outras etapas seguintes, o campeonato viu equilíbrio das principais montadoras, excepcionalmente pela Ferrari e Lamborghini, cujo os pilotos levaram a disputa até a rodada final do campeonato, em Nürburgring GP/F. Por um ponto, a Lamborghini perde para a Ferrari e Lucas, junto de Geovanne, tornam-se campeões da primeira temporada.

Segunda temporada - Reformulação, domínio ferrarista e intervenção da Nissan/Mercedes

O campeonato continuou seu rumo. E para a segunda temporada, novas regulamentações em comparação à temporada anterior foram formadas. O campeonato foi transferido para a GTS – levando em consideração o fim da GT4&5 –, a Ford saíram de cena, a Mercedes-Benz foi escolhida como uma das grandes (já que na temporada anterior, ninguém deu preferência) e o campeonato se torna equilibrado por peso/potência igual para todos os carros.

McLaren MP4-12C de Geovanne Ferreira, Rd.4
- Suzuka.
Para esta temporada – cujo foi mais disputada que a anterior, os antigos campeões (Lucas Furlan e Geo Ferreira) se separaram e fundaram equipes distintas representando uma marca. Lucas fundaria a AMG Black Seagull Team e chama Diego Costa (piloto da Chevrolet na temporada passada) para compor a dupla. Geovanne funda a Vodafone McLaren-Mercedes Racing e chama um novo piloto: Jiffy Betha. O vice campeão, Nick Nagano, apareceria apenas no Rd.4 em Suzuka, graças ao abandono de Denner do campeonato, compondo a Hasemi Motorsport NISMO ao lado de Mauricio Campelo. Outros pilotos estrearam no campeonato, como Raphael Morais – mais tarde, campeão, com a STR Ferrari – e Diego Gerpe. 

Até metade do campeonato, as corridas foram vencidas pela Hasemi, representante da Nissan. Uma etapa (Rd.3 Monza) foi vencida pela AMG Black Seagull e o abandono de Denner foi fundamental para a ligeira alteração na pontuação, deixando a AMG na distante liderança. As outras restantes do campeonato, foram completamente dominadas pela STR Ferrari. A AMG Black Seagull perderia o campeonato por empate, pois a consequência disso, foi a falta de Lucas Furlan, na etapa de Suzuka.

Os carros

Uma característica do campeonato é a participação de carros semelhantes as versões de corrida do FIA GT Series da vida real. Apesar de serem versões de rua, a grande modificação interna e externa faz deles parearem por "semi-racing". Não há competição por classe. 

A performance dos carros pode variar de acordo com o regulamento da determinada temporada, por exemplo: na primeira temporada, os carros foram regulados à 550PP, fazendo com que muitos deles tivessem um peso mais baixo que o outro determinado, vide para potência, que variava de 500cv até 650cv. Mas na temporada seguinte, em prol de uma maior equilíbrio e competitividade entre os pilotos, o regulamento alterou a performance para peso/potência: 550cv e 1400kg para todos.

Até agora, a Ferrari 458 Italia é a única que detém o título nas duas temporadas do campeonato.
Os carros com a coluna azul e com um * foram incluídos como carros extras, sem direito a disputa pelo campeonato. 

As corridas

O FIA GT passa por diversos lugares ao redor do mundo, assim como é feito no campeonato real, os circuitos mais listados para as temporadas são: Nürburgring, Le Mans (La Sarthe), Spa-Francorchamps, Monza, Laguna Seca e Suzuka. Em 2012, o campeonato teve rodadas duplas em um dia, totalizando nove etapas. Para 2013, as rodadas foram unificadas e, com isso, ficaram mais longas, totalizando seis corridas, sem intervalo de uma semana para outra.

Os pilotos

Graças a boa elaboração do campeonato, ele é bastante popular entre os pilotos, dos quais são nivelados de acordo com o skill e o carro que escolhem. A Ferrari, por sua vez, é campeã do FIA GT nas duas temporadas até agora, com quatro pilotos diferentes. No total, 26 pilotos já passaram pelo campeonato.

Em negrito, estão os pilotos campeões: 
* = Pilotos convidados

Controvérsias

Em 2012, na dupla etapa de Le Mans e Monza, Junior Tavares, que por sua vez era piloto da Ford na época, sofreu arduras críticas sobre uma ultrapassagem incorreta na chicane que antecede os boxes de Le Mans. Quando nas últimas voltas, o piloto dividia uma curva com outro carro em linha, mas que não foi evitada até a chicane, ultrapassando a área de escape, ato proibido em todos os campeonatos e eventos da GTStage. Em Monza, o piloto foi acusado de jogar propositalmente um carro para fora. Ainda causando polêmica fora das corridas e resistência às criticas, o ato resultou na exclusão do piloto no campeonato.

Campeões


Ver também:
• Group A GT-R Championship
• PoRUFsche Cup
• GTS All Stars

7 de set. de 2013

História - RD Motorsports

A RD Motorsports é uma equipe garagista da GTStage chefiada por Roberto Denner. É uma equipe de curtíssima vida, mas que pretende acumular ainda mais quilometragem com o decorrer dos eventos.

Origens

A equipe fez sua primeira aparição no fim de julho, admitindo participação no GTS All Stars - Fuji 500km. Surgiu em parceria com outra equipe: a LC Motorsports - bastante parecida com a RD Motorsports estruturalmente. Hoje, mantém-se solitária, já que a LC Motorsports permanece inativa das atividades.

Histórico em corridas

Lucas Furlan, Roberto Denner e Raphael Morais disputam
a primeira posição no Nürb 300km.
A RD, juntamente com a LC (equipe de Luiz Angelo Coletto), solicitou uma inscrição no GTS All Stars - Fuji 500km, com os respectivos carros escolhidos: o Honda RAYBRIG NSX 2006 e o Nissan Xanavi NISMO Z, também de 2006. Rapidamente o último carro foi trocado pelo Calsonic GT-R. No entanto, por problemas de horário e compromisso, Luiz Angelo Coletto e Roberto Denner acabaram ficando de fora da corrida. O Calsonic foi tomado pela Furlan Racing assim que soube-se que a LC & RD Motorsports não participaria mais da corrida. 

Esquecendo a ausência no GTS All Stars, a RD Motorsports voltou para tentar sua primeira corrida, no Nürb 300km. Roberto Denner foi candidato forte ao título no endurance, conseguiu uma segunda colocação no qualifying. Mas, na corrida, infelizmente sofreu um abandono prematuro que não passou de duas voltas. Foi literalmente uma corrida pra esquecer e essa foi a única estrada percorrida da equipe até agora.

Entretanto, apesar da pouquíssima participação, a RD pretende participar dos próximos campeonatos. A equipe já está confirmada no GT Global Rally Championship e provavelmente irá participar do segundo GTS All Stars, que ainda não teve o percurso divulgado.


PIRAMBAS Drifters

A PIRAMBAS Drifters é uma divisão especial que usa a estrutura da RD Motorsports pelo próprio Denner, na qual é feita para participar de eventos de drift pelo grupo. Apesar da RD não ter - ainda - nenhum título de campeã, a divisão já tem um título único e promete mais. A PIRAMBAS Drifters é campeã do Drift Gran Turismo Stage 1, o primeiro torneio de drift da GTStage. O carro atual da divisão, é o 86 GT.

Estatísticas:

Pilotos: Roberto Denner e Luiz A. Coletto (LC Motorsports)
Carros: Toyota 86 GT '12 (PIRAMBAS Drifters), Honda RAYBRIG NSX '06, Nissan XANAVI NISMO Z '06, Nissan GT-R R33 TC
Campeonatos/Eventos: ★ DGTS1 - Suzuka Drift (PIRAMBAS Drifters), 2013 Gran Turismo Stage All Stars - Fuji 500km (inscrição), Nissan GT-R R33 - Nürb 300km, GT Global Rally Championship
Posição no último campeonato: 14º (abandono)
Corridas: 1
Títulos: 1 (PIRAMBAS Drifters)
Vitórias: 1
Pódios: nenhum
Poles: nenhuma
Pontos: nenhum
Melhor resultado em corrida: abandono em corrida, mas 1º lugar em torneio de drift

3 de set. de 2013

História - STR

A STR é uma das equipes campeãs da GTStage. Foi criada por Raphael Morais e Diego Gerpe em paralelo da NEMESIS Racing Team. O nome é uma tendência da equipe de Fórmula 1, a Scuderia Toro Rosso. Mas apesar disso, não tem relação com a equipe.

Detém um título no grupo, adquirido após participar das rondas do FIA GT 2nd Edition, com a Ferrari 458 Italia.

Origens

A equipe surgiu no início de 2013, antes do anuncio do FIA GT 2nd Edition, na qual foi fundada por dois amigos de longa data, Raphael Morais e Diego Gerpe. Foi criada especificamente para o campeonato, sem intenção de participar de um outro. Mas logo a ideia foi mudada quando obtiveram o título no campeonato, que será explicado ao longo do artigo.

FIA GT 2nd Edition

Anunciaram então que participariam do campeonato em tempo integral. Os carros foram apresentados no mesmo instante que os pilotos se inscreveram. A escolha, que no início tornou-se duvidosa (devido ao fato do GT-R ser visto como o carro mais forte da configuração), foi a 458 Italia.

Para ilustrar a escolha do carro, o nome "Ferrari" foi inserido na equipe. Os carros foram levados para o primeiro round em Fuji, conseguiram a pole position para a corrida, mas foram surrados pelo Nissan GT-R da Hasemi Motorsport NISMO, que tinha Denner como piloto. Ainda teve a SLS da AMG Black Seagull, que não deu chance para a STR galgar um segundo lugar. Em compensação, o terceiro lugar foi garantido graças ao Rapha.

A STR estreia com pódio em Fuji.
(Foto: Fernando Laet)
Para Laguna Seca, com Rapha largando em terceiro, tiveram uma corrida ainda mais intensa. Mas, no fim, não foi muito diferente do que se viu em Fuji. O pódio foi o mesmo das duas corridas, acrescentando que Diego Gerpe - que abandonou na corrida anterior - conseguiu um ótimo quarto lugar, dando a STR 28 pontos no campeonato, atrás apenas da AMG Black Seagull e Hasemi Motorsport NISMO. 

Em Monza, graças ao abandono de Roberto Denner do campeonato e a quebra de Mauricio na corrida, que nada contribuía para a Hasemi desde Fuji, Rapha consegue uma segunda colocação e dispara na pontuação de pilotos em segundo lugar, com 32 pontos, contra 38 de Lucas Furlan - que venceu essa corrida. Diego não participou da corrida.

Raphael Morais, Suzuka.
(Foto: Fernando Laet)
Seguindo rumo, a STR leva os dois carros para Suzuka - que viu a estreia de Nick Nagano como substituto de Denner. O japonês estreou com vitória na corrida, e Rapha conseguiu uma segunda colocação. Foi nessa corrida que o determinou-se o título para a STR, já que Lucas não compareceu a corrida. Diego (Costa) ajudou a AMG Black Seagull com um terceiro lugar, totalizando 66 pontos contra 60 da STR, que vinha disparando na classificação desde Laguna Seca.

A disputa pelo título de equipes ficou acirrada mesmo em Le Mans, onde Rapha finalmente conseguiu uma
vitória e levou a STR ao topo da classificação com 82 pontos. Pasmem - a AMG Black Seagull também adquiriu 82 pontos, Lucas desbancou Nick - que obteve a pole position da corrida - chegando em segundo lugar. Diego Gerpe obteve uma quarta colocação. 

A última ronda foi em Nürburgring, e nesta, mais uma vitória de Rapha pela STR. Pódio idêntico ao de Le Mans. Numa corrida pouco diferente da anterior, o título vem a tona - Raphael se torna campeão e dá a STR o título nas equipes, junto a Diego Gerpe. 

Endurance

A equipe voltou à atividade em agosto de 2013, mas apenas com Diego Gerpe no composto. Raphael inscreveu-se no Nürb 300km com a NEMESIS Racing Team, equipe paralela da STR. A STR teve seu nome alterado para "STR Nissan", devido ao regulamento que exigia todas as equipes a ter um GT-R R33 TC sem configuração alterada. Ficou na lista de espera, pois a lista de inscrição excedeu o limite de inscritos. 

(In)felizmente, Diego Gerpe conseguiu levar o carro para o qualifying da prova. Mas na corrida, teve um azar de não conseguir correr graças a baixa conexão exercida do piloto na sala.

Atualmente

Não se sabe dos planos da equipe, porém, Raphael garante que não deixou a equipe e quer vê-la num futuro campeonato da GTS, seja qual for. A equipe pode reaparecer em breve.

Estatísticas:

Pilotos: Raphael Morais e Diego Gerpe
Carros: Ferrari 458 Italia '09 e Nissan GT-R R33 TC
Campeonatos/Eventos: FIA GT 2nd Edition, Nissan GT-R R33 - Nürb 300km
Posição no último campeonato: 
Corridas: 6
Títulos: 1
Vitórias: 2
Pódios: 6
Poles: 1
Pontos: 102
Melhor resultado em corrida: 1º (Raphael Morais)

27 de ago. de 2013

História - NEMESIS Racing Team

A NEMESIS Racing Team (ou NEMESIS R.T.) é uma das equipes mais antigas permanentes da GTStage e também a que obtém o maior número de títulos (desconsiderando somente os campeonatos do grupo). É liderada por Raphael "Petula" Morais desde a criação, em 2011. Já fez parte de grupos como a extinta Liga GT5 Brasil (renomeada para Demolition Boys) e GTCC, bem como participações isoladas em outras corridas de outros grupos.

Origens

A equipe foi fundada em 2011 por Raphael Morais para campeonatos internos de seu antigo grupo, a GTCC. Mais tarde, visando um alto investimento na equipe, optou por "internacionalizar" a participação em outros grupos, um deles foi a Liga GT5 Brasil, em suas corridas com carros da Super GT. Com o fim deste último grupo, a equipe ainda continuou a manter em atividade na GTCC e, mais tarde, na GTS.

Corridas (pré-GTS)

Sucesso desde a estreia, a equipe teve mais de 50 participações em todas as corridas online de Gran Turismo 5. As mais notórias participações são nos campeonatos Mini Challenge (GTCC), Super GT500 (Liga GT5 Brasil), Golf RM Cup (GTCC), Real GT (GTCC) e Rolex Championship (GTCC), sendo campeã em todas, com breve exceção na SuperGT500, na qual foi vice na segunda temporada.

A equipe já usou estruturalmente o nome Demolition Boys para atuação na Liga GT5 Brasil. Para compor a dupla, Rapha chama um piloto experiente em campeonatos longos, Paulo Ramos. Seu carro foi o RAYBRIG NSX #100, de 2006. Paulo obtém um número considerável de vitórias, mas não foi o suficiente para colocar a Demolition no topo da classificação.

Diego (esquerda) e Rapha (direita) contra adversários na
etapa de Daytona do Mini Challenge.
Na GTCC, participações esporádicas no Mini Challenge em 2011, onde Raphael obteve vitória em cinco corridas, com ajuda de seu fiel parceiro, Diego Gerpe, que venceu três, totalizaram 404 pontos e conseguiram o título. No ano seguinte, participou do Golf RM Cup, onde também conseguiu títulos. O último campeonato da equipe após a entrada superficial na GTS, foi o Rolex Championship, ainda em 2012. Raphael obteve vitória em todas as etapas do campeonato guiando o Gillet Vertigo, totalizando 172 pontos.

Outras corridas não válidas para o campeonato também viram a presença da NEMESIS Racing Team. Nesse período, além de Diego e Paulo, houveram outros dois pilotos que correram pela equipe, mas não mais importantes, sendo eles Juliano Pierro e Diego Medeiros.

Pós-GTS

Com o fim dos dois grupos, não demorou para a equipe se tornar ativa novamente - Raphael faz uma notória participação no Group A GT-R Championship para guiar o JECS Skyline (Rapha iria se inscrever no início da temporada do campeonato, mas não conseguiu por forças maiores). Entretanto, a primeira temporada do campeonato, na época, não contava com equipes, apenas pilotos independentes e seus carros. A oportunidade de estrear com a equipe veio no FIA GT 2nd, mas optou por criar uma equipe paralela com o amigo Diego Gerpe: a STR, seguindo a tendência da equipe e dos carros que competem na Fórmula 1. Devido ao carro escolhido, "Ferrari" foi aderido ao nome completo da equipe.

Mesmo não sendo uma equipe propriamente dita da NEMESIS, a STR obteve o título no FIA GT, provando que o nível de Rapha Morais e Diego Gerpe não abaixaram depois de um tempo inativos como dupla. 

Após a "segunda" temporada do FIA GT, finalmente Rapha ressuscita a NEMESIS Racing Team. Foi solicitado um pedido de inscrição para o GTS All Stars, rapidamente foram inscritos. Uma notória situação é que Diego não seria seu companheiro de equipe, mas foi escolhido um novo piloto, afim de fazer uma "dança de cadeiras", o mesmo que acontece com a concorrente TeamNAG. Thiago Prado foi escalado como o novo segundo piloto da NEMESIS.

Os dois foram inscritos com carros distintos, já que na corrida não era permitido companheiros usarem um carro de uma mesma marca. Rapha foi de GT-R, enquanto que Thiago teve preferência por um Lexus SC430 antigo da SARD. Mas não demorou para que Thiago se retirasse das inscrições, o jeito foi Rapha ir sozinho.

A corrida, apesar da expectativa e da pole position obtida no qualifying, não foi das mais felizes para a equipe (que fazia sua estreia no grupo), Rapha rapidamente abandona nas primeiras voltas das 110 no total, acabando com a possibilidade de estrear com vitória pela sua equipe no grupo.

#1 da NEMESIS R.T.  no Nürb 300km - segunda colocação.
(Foto: Nick Nagano)
Teve oportunidade de inscrever sua equipe numa outra Endurance, a Nürb 300km. Deu tudo certo e a equipe inscreveu dois carros numeradamente #1 (Rapha) e #18 (Thiago).

Rapha manteve sua posição do qualifying na corrida, uma segunda colocação, superada apenas por Lucas Furlan, que corria pelo TeamNAG, usando estrutura da Furlan Racing. Thiago não conseguiu se manter na pista e abandonou logo no início da prova. Apesar disso, ainda obteve a terceira colocação entre as equipes, mas, diferente do GTS All Stars, que é uma série contínua, não garantiram uma vaga direta para o próximo Endurance.

Atualmente, a equipe mantém suas concentrações no preparo para a próxima corrida do GTS All Stars, na qual ainda não foi divulgado o circuito. Especula-se também que a equipe pode participar no GT Global Rally Championship, o próximo campeonato da GTS.

Estatísticas:

Pilotos: Raphael Morais, Diego Gerpe, Diego Medeiros, Juliano Pierro, Paulo Santos e Thiago Prado
Carros: Nissan XANAVI NISMO GT-R '08, Toyota DENSO SARD SC430 '08 e Nissan Skyline GT-R R33 TC
Campeonatos/Eventos: ★ Mini Challenge, ★ Golf RM Cup, ★ Real GT Championship, ★ Rolex Championship, Liga GT5 - GT500, 2013 Gran Turismo Stage All Stars - Fuji 500km, Nissan GT-R R33 - Nürb 300km
Posição no último campeonato: 2º (evento isolado)
Corridas: mais de 50 (2 na GTS)
Títulos: 4 (nenhum na GTS)
Vitórias: mais de 50 (nenhuma na GTS)
Pódios: mais de 50 (1 na GTS)
Poles: mais de 50
Pontos: 15
Melhor resultado em corrida: 1º (Raphael Morais e Paulo Santos)

2 de ago. de 2013

História - F&C Totalsport Racing


F&C Totalsport Racing, uma das equipes novas da GTStage. É uma equipe comandada por dois pilotos com histórico de rivalidade bem antes da existência do grupo, Geovanne Ferreira e Diego Costa. Surgiu após a extinção de uma outra equipe, que no lugar de Diego Costa, seria Lucas Furlan o piloto indicado.

Fundada há pouco mais de um mês, a F&C Totalsport Racing tem um histórico em apenas uma corrida, entretanto, seu artigo será atualizado à cada nova atividade que a equipe enfrentar pelo e fora do grupo. Participou de endurances como: 2013 GTS All Stars - Fuji 500km, 2013 GTS All Stars II - Motegi GT 500km, Nürb 300km e agora concentra-se em foco no campeonato de rally do grupo, o GTGRC.

Origens

A origem da equipe não vai muito longe, fora ter sido inscrita no grupo como "Ferreira Motorsports" no início. Mas após a contratação de um segundo piloto, mudou o nome para "Fire Racing", equipe essa que estava composto por Geovanne Ferreira e Lucas Furlan no momento.

Os dois pediram uma inscrição para participar do GTS All Stars em Fuji, foi uma das primeiras a se inscrever, assegurando vaga e com tempo vago para testes. Geovanne teve preferência imediata por um Honda NSX da temporada de 2006 do Super GT, e Lucas não perdeu tempo e escolheu o antigo GT-R usado pela IMPUL em 2008. Chegaram então a fazer um teaser, mas a equipe acabou afundando-se em problemas e seu piloto mais imponente teve de sair da equipe por questões pessoais.

Geovanne desesperadamente precisou caçar um piloto para compor a dupla, Diego Costa, inscrito com uma tal de Veiga Racing, aceita o pedido e ocupa o vazio deixado por Lucas na Fire Racing. Nasce então a F&C Totalsport Racing.

GTS All Stars

2013 - Fuji 500km

No segundo bimestre de 2013, para a estreia e a espera de um resultado culmino, a equipe prepara-se com todas as forças para o endurance no qual se inscreveram – o GTS All Stars - Fuji 500km. Diego Costa, no qualifying e de PETRONAS TOM'S SC430, conseguiu um bom terceiro lugar garantido para a corrida no dia seguinte, Geovanne vem logo atrás de TAKATA DOME NSX, na quarta colocação.

Geo Ferreira em ação.
(Foto por: Nick Nagano)
Ironicamente, há poucos minutos da corrida, Lucas Furlan volta inesperadamente a compor a lista original de inscritos, mas não para a F&C Totalsport, na qual já tinha chamado Diego para seu lugar. Por um pedido especial, Lucas conseguiu alinhar o carro com sua equipe própria e de baixo orçamento, a Furlan Racing.

A F&C alinhava seus dois carros na segunda fila do grid, Diego aproveitou a deixa dos adversários após a primeira curva e logo se distanciou, Geovanne acompanha o vácuo. Ambos mantendo as suas mesmas posições.

Como os adversários TeamNAG e a própria Furlan Racing de Lucas foram tão fortes quanto a F&C, que deixaram todos os outros sete restantes atrás uma ou nove voltas. Diego perderia a chance de terminar na volta do vencedor se não fosse um erro de calculo após parar nos boxes. Na última parada da corrida, Diego preferiu poupar o enchimento de seu tanque para ganhar mais tempo nos boxes, forçando ao mesmo parar mais uma vez para abastecer e não ficar pelo caminho. Apesar do ocorrido, não ocorreu perdas de posições, e manteve o terceiro lugar na corrida com o Lexus SC430. Geovanne fez uma corrida tranquila e sem erros, também manteve a posição de largada, quarta colocação.


2013 - Motegi GT 500km

Os dois carros da F&C Totalsport Racing no GTS All Stars II
- Motegi GT 500km
Graças a entrada automática para o GTS All Stars II, a equipe teve direito ao regulamento antecipado e rapidamente escolheram os carros. Para esta edição, Geovanne e Diego correriam com dois Castrol TOM'S Supra do JGTC, cujo era o que o regulamento exercia das equipes: carros JGTC da classe GT500, com no máximo 500cv e 1100kg.

Apenas Diego Costa representou a equipe durante o qualifying, o piloto fez um tempo razoável de 1'47.846 e foi beneficiado graças a punição de Andre Nishi, da Team Street Car GT, que largaria logo à frente. Geovanne não teve preferência de participar, pois o curto tempo, devido a intervenção feita no carro de Nishi, desanimou o piloto. As posições foram definidas e a F&C Totalsport Racing largará nas posições 8º e 11º, ficando à critério da equipe fazer uma corrida de recuperação.

Na corrida, os dois carros tiveram disputas internas durante as primeiras horas, mas ambos os carros vieram a abandonar. Diego já havia tendo problemas desde o início, quando teve um suposto problema de freio e constantes erros de traçado, não deu outra e o piloto abandonou na 52º volta. Geovanne duraria um pouco mais e estará confiante para conseguir um pódio. Mas teve o mesmo destino de Diego, dando um fim participativo triste na corrida de 106 voltas de duração.

Apesar da má participação no GTS All Stars II, a equipe garante que irá participar do GTS All Stars III, cujo terá o regulamento divulgado em dezembro (em novembro para as três melhores equipes da edição anterior).

Gran Turismo Global Rally Championship (GTGRC)

A equipe está fazendo participação regular no GTGRC, com apenas Geovanne Ferreira no composto. Seu carro é um Lancer Evolution geração VI. Na estreia em Mt. Aso, o piloto demonstrou foco e conseguiu tempos razoáveis, mas não suficientes para derrotar Lucas Furlan e Roberto Denner. Contudo, no Rd.3 em Wallonie, Geovanne assegura sua primeira vitória e da F&C Totalsport Racing em um evento oficial, vencendo quatro de seis SS, pondo a equipe na disputa do campeonato, bem como nas marcas, que é representada pela Mitsubishi.


Outras participações

Entre o GTS All Stars de Fuji e Motegi, a equipe trabalhou no desenvolvimento de dois carros para o Nürb 300km, quatro semanas depois do GTS All Stars I. Diego Costa e Geovanne Ferreira se mantiveram na equipe, cujos os numerais para esta seriam #8 e #89. Por causa do regulamento, não puderam alterar na configuração do carro para a corrida - com uma exceção do freio, que estava livre.

TeamNAG/Furlan Racing VS F&C Totalsport Racing.
Geovanne, no qualifying, fez 8'15.975 e garantiu a terceira colocação. Diego vem logo atrás com 8'17.645. Esses foram os tempos estabelecidos entre o Q1 e Q2. Na corrida, os pilotos tiveram que enfrentar Nick Nagano, do TeamNAG/Furlan Racing. Ambos disputavam a terceira colocação e não foi fácil para os verdes aturarem o azul número #13, que vinha rápido demais, mesmo partindo da 9º colocação. O resultado final foi favorecido para Nick, que ganhou na estratégia dos pneus e tirou a chance de um terceiro lugar para Geovanne, o melhor dos dois pilotos da F&C. No entanto, superaram a NEMESIS Racing Team na classificação das equipes, logo, obtiveram a segunda colocação, atrás apenas do TeamNAG/Furlan Racing.


Imagem e marketing

Supra da F&C aparece como uma
das opções do GTS All Stars III.
A equipe é vista como uma das melhores e bem elaboradas de toda a GTS. As principais concorrentes são: NEMESIS Racing Team, TeamNAG e Furlan Racing. A equipe costuma divulgar vídeos de suas atividades pelo Youtube, seguindo a tendência do TeamNAG, que faz o mesmo, principalmente quando está a anunciar uma participação em algum evento. A cor oficial da equipe é o verde.

O Castrol TOM'S Supra utilizado pela F&C Totalsport Racing no Motegi GT 500km reaparece no teaser #1 do GTS All Stars III. Entretanto, não se sabe se o carro será utilizado de novo, apesar de aparecer como uma das opções para a edição.

Estatísticas:

Pilotos: Diego Costa e Geovanne Ferreira
Carros: Honda TAKATA DOME NSX '06, Lexus PETRONAS TOM'S SC430 '08, Nissan Skyline GT-R R33 TC, Toyota Castrol TOM'S Supra '00, Toyota Castrol TOM'S Supra '01 e Mitsubishi Lancer Evolution VI
Campeonatos/Eventos: 2013 Gran Turismo Stage All Stars - Fuji 500km, Nissan GT-R R33 - Nürb 300km, 2013 Gran Turismo Stage All Stars - Motegi GT 500km, Gran Turismo Global Rally Championship
Posição no último campeonato: 5º (evento isolado)
Corridas: 9
Títulos: nenhum
Vitórias: 1
Pódios: 2
Poles: nenhuma
Pontos: 141
Melhor resultado em corrida: 1º (Geovanne Ferreira - Rd.3 GTGRC; Rallye de Wallonie)


26 de jul. de 2013

História - AMR Garcea Team

A série não para, depois de duas equipes consideráveis no bem aclamado FIA GT 2nd Edition, aqui vem a equipe do "chefe", Fernando Laet. Eis a AMR Garcea Team!


AMR Garcea Team foi uma equipe de caráter oficial da Aston Martin na Gran Turismo Stage, a equipe foi uma de várias inscritas no FIA GT 2nd Edition. O nome da equipe vem da divisão esportiva e automobilística da Aston Martin, a Aston Martin Racing, e "Garcea" é nada mais nada menos do que um trocadilho do nome de um pilotos da equipe, Iago Garcia, uma homenagem feita por Laet antes de se inscrever no campeonato, com dois Aston Martin DB9.

A equipe foi fundada em março de 2013 para poder participar de seu primeiro e único campeonato, o FIA GT 2nd Edition, cujo o organizador também é piloto e chefe de equipe da mesma. Fernando Laet chamou Iago Garcia para compor a dupla, e então a equipe entrou para a lista de inscritas no campeonato, 5º entada, para mais detalhes.

O "voo" de Iago Garcia.
(Foto: Fernando Laet)
O desempenho da equipe é totalmente abaixo do esperado, logo enfrentaram os mais variados problemas na primeira etapa em Fuji, devido ao carro ser de baixo nível comparado à concorrência e dos pilotos não corresponderem as expectativas. Iago teve muito mais azar, de forma surreal, o piloto "voou" assim que tentaria passar uma Gallardo da ARS Assoluto Motorsports na chicane. O carro foi arremessado para cima, fazendo tamanho estrago, que mais tarde seria ocasionado por um abandono. Laet conseguiu terminar, mas numa modesta décima primeira colocação.

Para Laguna Seca (Rd.2), com as mãos abanando, mais problemas: Iago não pôde comparecer e Laet fez o que pôde sozinho, mas não foi tão longe, sofreu um abandono inesperado à poucas voltas do fim, terminando a corrida na décima terceira colocação e com nenhum ponto marcado parar a AMR Garcea Team. Nada mudou em Monza (Rd.3), a equipe continuou seu início de jornada ruim no campeonato. Laet sem Iago de novo, uma 10º posição como melhor resultado. Após três etapas, nenhum ponto, até agora.

Para a quarta rodada do campeonato, em Suzuka, onde ouve novidade na concorrência, a British Racing Green brilhou para a equipe, Laet e Iago participaram, mas ficaram com as últimas colocações. Entretanto, Laet obteve um único pontinho com sua oitava colocação. Mas o pior estava por vir...

Fernando Laet em Monza.
(Foto: ele mesmo)
Fernando Laet, de forma atenciosa, avisa ao comitê que não poderá participar da quinta corrida em Le Mans. Para piorar, Iago também não vai. E a AMR Garcea Team acaba fora desta corrida, na qual foi vencida por Rapha Morais com a Ferrari 458 da brilhante STR Ferrari. Antes da corrida, um dos pilotos do campeonato fez o favor de testar particularmente todos os carros do campeonato, com uma unidade cada, comprada por ele mesmo. O teste comprovou que o DB9 era o pior carro, mas, como a fila anda e não pode voltar atrás, o jeito era terminar do jeito que desse.

Chegamos no Rd.6, final do campeonato, não havia mais o que fazer a não ser terminar a corrida para encerrar o feixe desta equipe que não foi bem das pernas nem das rodas. A AMR Garcea Team foi, de todas as equipes, a mais sofrida, porém, esforçada, como todas as outras que não conseguiram um bom feito. Fernando Laet tentou, mas não passou de uma décima colocação no final, mas dá-se a honra de ter terminado a corrida. Iago não participou desta, prejudicando ainda mais a situação da equipe no final do campeonato.

Como o desempenho da AMR Garcea Team não incomodou ninguém (um pontinho apenas no campeonato inteiro) e não agradou Laet, óbvio, o frontman da equipe e do FIA GT 2nd, optou por encerrar as atividades da equipe e "demitiu" Iago. As chances desta voltar para as pistas são mínimas e os carros desapareceram de cena (não se sabe do paradeiro deles). Fernando, no entanto, iniciou as atividades em uma outra equipe, a Rider Sports Team, na qual falaremos dela em um futuro próximo. Iago seguiu o mesmo caminho, fundando a sua pequena Fodón Carreras.


Estatísticas:

Pilotos: Fernando Laet e Iago Garcia
Carros: Aston Martin DB9 '07
Campeonatos/Eventos: FIA GT 2nd Edition
Posição no último campeonato:
Corridas: 5
Títulos: nenhum
Vitórias: nenhuma
Pódios: nenhum
Poles: nenhuma
Pontos: 1
Melhor resultado em corrida: 8º (Fernando Laet em Suzuka)

15 de jul. de 2013

História - Dark Phantom Racing Team

Continuando as postagens das equipes, iniciarei com esta que foi uma equipe mediana em sua fase de atividade, mas não menos importante. Fiquem com a Dark Phantom Racing Team!


Dark Phantom Racing Team foi uma equipe fundada em 2013 por Lucas Gomes, e claro, fazia parte da série de equipes que se preparou para correr no FIA GT 2nd Edition da GTS. O nome é uma referência ao modelo usado pela equipe, o Audi R8, hostilizado na cor preto fosco.

Para compor a dupla, Lucas chamou o disponível Anderson Cogo, que estava interessado em participar do campeonato, no entanto, sem dupla. As atividades da Dark Phantom então começaram bem antes do início da temporada, em Fuji. Foi a terceira equipe a se apresentar para o campeonato.

O desempenho da equipe é determinado como mediano - durante toda a temporada, o melhor lugar obtido em corrida foi dois 5º lugares de Anderson Cogo. Em Fuji, Anderson conseguiu manter a mesma posição obtida no Qualifying (o quinto lugar mencionado), Lucas Gomes obteve a sexta colocação. Em Laguna Seca (Rd.2), os dois R8 da equipe sofreram problemas de estabilidade, Lucas Gomes teve de abandonar e Anderson Cogo não foi muito longe além de uma oitava colocação, ficando 1 minuto e 46 segundos atrás do vencedor: Roberto Denner e o GT-R da Hasemi Motorsport NISMO.

Anderson Cogo descendo a Corkscrew, em Laguna Seca.
(Foto: ele mesmo)
Para o Rd.3 em Monza, a situação se estabilizou e a equipe teve uma corrida "menos catastrófica" que a obtida em Laguna Seca. Anderson Cogo fez uma corrida instável e novamente obteve um quinto lugar como um ótimo resultado, corrida essa que seria vencida por Lucas Furlan da AMG Black Seagull. Lucas Gomes não conseguiu ir além da nona posição, deixando de marcar pontos e prejudicando a equipe na tabela.

Em Suzuka (Rd.4), houve uma mudança em uma das equipes de ponta, Roberto Denner saiu da Hasemi e para seu lugar foi chamado o experiente Nick Nagano - que venceria esta etapa, Raphael Morais obteve o segundo lugar e assim a liderança da AMG Black Seagull ficou comprometida. A Dark Phantom não teve bons resultados, Anderson ficou com a sexta posição e Lucas Gomes - de novo - prejudicaria a equipe graças a um compromisso, se ausentando da corrida.

O Audi R8 de Lucas Gomes.
(Foto: ele mesmo)
Para a prestigiada terra da corrida de 24 horas mais carismáticas do mundo (Le Mans), os dois carros foram levados, obtiveram colocações consideráveis no qualifying, mas na corrida não conseguiram ir além de terminar com os carros inteiros. Anderson Cogo em 8º, marcando apenas um pontinho e Lucas Gomes, prejudicado pela falta de praticidade, não passou da 11º colocação, sem marcar pontos.

Na última corrida da temporada, em Nürburgring, apenas Anderson esteve presente. Lucas Gomes se ausentou para prestigiar um momento familiar. Sozinho, Anderson conseguiu uma oitava colocação pela segunda vez no campeonato, no entanto, marcando apenas um ponto novamente.

Apesar do desempenho discreto como coadjuvante, a Dark Phantom conseguiu ficar na quarta colocação entre as equipes, com 24 pontos, mas com um abismo entre as grandes do TOP 3: AMG Black Seagull, STR Ferrari e Hasemi. Com o encerramento do campeonato, a equipe decidiu fechar as portas, não garantindo uma aparição novamente até que Lucas mude de ideia para um próximo campeonato.

Os dois carros da Dark Phantom.
(Foto: Anderson Cogo)


Estatísticas:

Pilotos: Anderson Cogo e Lucas Gomes
Carros: Audi R8 5.2 FSI quattro '09
Campeonatos/Eventos: FIA GT 2nd Edition
Posição no último campeonato: 
Corridas: 6
Títulos: nenhum
Vitórias: nenhuma
Pódios: nenhuma
Poles: nenhuma
Pontos: 24
Melhor resultado em corrida: 5º (Anderson Cogo em Fuji e em Monza)

7 de jul. de 2013

História - AMG Black Seagull Team

Pra iniciar a série de histórias do grupo, vou começar com essa que foi uma das melhores equipes do FIA GT organizado pelo Fernando Laet. Fiquem com a "wiki" da AMG Black Seagull Team!



AMG Black Seagull Team foi uma equipe fundada em 2013 por Lucas Furlan e Diego Costa para participar do FIA GT 2nd Edition. A equipe leva o nome da subsidiária da Mercedes-Benz de performance - a AMG - em seu nome graças a escolha da equipe, a Mercedes-Benz SLS AMG, enquanto que "Black Seagull" é o apelido carinhoso dos carros, ostentados na cor preta.

Foi uma das equipes de maior sucesso no campeonato, no entanto, acabaram por encontrar dificuldade nas corridas graças às equipes concorrentes, STR Ferrari e Hasemi Motorsport NISMO.

Lucas Furlan deu preferência às Mercedes - no primeiro FIA GT, Lucas usou uma Ferrari 458, mas agora esta seria escolhida por outra equipe. Não deu outra, chamou Diego Costa para compor a AMG Black Seagull. Foi a quarta equipe a se apresentar para o campeonato. O carro de ambos apenas se diferenciava nos spoilers traseiros. Foi declarado entre os carros mais rápidos do campeonato.

Os resultados da equipe nas corridas são positivos, Lucas Furlan conseguiu um segundo lugar já de cara no Rd.1 em Fuji, perdendo apenas para Roberto Denner. No Rd.2, Furlan seria superado de novo por Denner - que mais tarde abandonaria o campeonato - e com a ausência deste em Monza, Furlan finalmente venceu. Esta seria a única corrida que venceria, estendendo-se com 38 pontos e levando a AMG Black Seagull ao topo da classificação no campeonato, com 56.

A vitória de Lucas Furlan em Monza.
(Foto: Fernando Laet)

Em Suzuka (Rd.4), Lucas Furlan não participou da corrida por motivos de atraso, mas Diego Costa conseguiu levar a equipe ao pódio, sendo superado apenas por Nick Nagano - que entraria no lugar de Denner, que abandonou o campeonato por força maior - e Raphael "Petula" Morais. Aqui, acabou a liderança da AMG Black Seagull na classificação, tendo agora como líder a STR Ferrari. Para Le Mans, os dois carros foram levados, porém, Lucas teve problemas durante os primeiros minutos de corrida, caindo para trás e deixando dois líderes distantes - Nick Nagano e Raphael Morais. Ao final da corrida, Lucas conseguiu superar 80% do erro cometido, e chegou na segunda colocação, desbancando Nagano, que vinha liderando por certo tempo. Diego Costa fez o possível largando em quarto, mas acabou sendo superado por um Corvette e uma Ferrari, caindo para a sexta posição.

Diego Costa em Suzuka.
(Foto: Fernando Laet)

Nürburgring foi a última parada do FIA GT 2nd, e nesta última corrida, as duas Mercedes tiveram um desempenho semelhante ao obtido em Laguna Seca, com Lucas Furlan - de novo superando Nick Nagano - em segundo e Diego Costa em quarto.

Encerrando o campeonato com 102 pontos, praticamente empatada com a STR Ferrari, devido à ordem de classificação e de pilotos, ficaram com o vice-campeonato. Deixando também um currículo invejável de pódios em todas as corridas do campeonato, além de uma pole position em Monza. Após o campeonato, a equipe entrou em hiato, admitida como aposentada por tempo indeterminado, até que esta volte no próximo FIA GT da GTS com os mesmos ou novos pilotos.

Estatísticas:

Status: aposentada
Pilotos: Diego Costa e Lucas Furlan
Carros: Mercedes-Benz SLS AMG '10
Campeonatos/Eventos: FIA GT 2nd Edition
Posição no último campeonato: 
Corridas: 6
Títulos: nenhum
Vitórias: 1
Pódios: 6
Poles: 1
Pontos: 102
Melhor resultado em corrida: 1º lugar (Lucas Furlan em Monza)